O impacto da tecnologia na educação
Enviada em 04/11/2021
No ano de 2021, o governo do Estado de Goiás iniciou a distribuição de “cromobooks” que auxiliam na aprendizagem de estudantes nas escolas estaduais goianas. Porém, são poucas as adesões tecnológicas nas redes de ensino nacionais para um melhor desempenho dentro de sala, o que torna um grande problema para a contemporaneidade. Por isso, impasses como o descaso governamental e a morbidade para com o acréscimo de tecnologias nas redes educacionais do país, precisam ser solucionados.
Primeiramente, a negligência do governo é um grande viés para a falta de avanço eletrônico nas escolas. Segundo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Dessa maneira, é de suma necessidade que o país invista mais no sistema educacional, já que é nele que se forma o cidadão. Contudo, há uma grande indisposição governamental para implantar novos métodos nas escolas, fazendo com que fortes propostas tecnológicas de melhorias no ensinamento nacional sejam deixadas de lado. Diante desses fatos, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa realidade.
Em segundo plano, a estagnação das redes educacionais no mesmo formato de sua criação também se faz um grande problema. Conforme Zygmunt Baumam, a sociedade se tornou de solida para líquida, tudo mudou, menos poucas coisas sendo uma delas a escola. De maneira análoga ao pensamento do filosofo, a forma que a rede de ensino permanece é obsoleta para a atualidade não condizendo com o mundo atual, o que gera um grande desconforto no aluno ao sair de um meio rápido, pratico e ágil para uma maçante sala de aula levando muitos a desistência e o pouco engajamento com o estudo. Diante dos fatos apresentados, fica eminente a necessidade uma nova visão de ensino para as redes educacionais no país.
Portanto, para que haja mudanças no cenário atual nacional, medidas necessitam ser tomadas. Juntamente com o Ministério da Ciência, o Ministério da Educação deve reformular os métodos de ensino atuais os tornando mais didáticos e interativos, como a distribuição “tablets” pelo governo para uso em atividades essenciais, assim os alunos se engajarão mais com o conteúdo além de aumentar a frequência dos estudantes nas escolas. Em paralelo, o Governo por meio do Ministério da Educação precisa promover reformas nos institutos educacionais visando criar espaços mais despojados e criativos, com isso as salas de aula serão locais mais confortáveis para os jovens e adolescentes do Brasil.