O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 06/11/2021

De acordo com a Constituição federal, todos têm direito à educação de qualidade. No entanto, na prática, isso não ocorre no Brasil, pois o impacto da tecnologia no ensino é baixo, visto que não existe um grande empenho em conciliar o conhecimento com recursos tecnológicos. Diante disso, em razão da ineficiência governamental e da lacuna educacional, emerge um impasse que precisa ser revertido.

Nesse cenário, a falta de ações das autoridades colabora para o baixo impacto da tecnologia na educação. Nesse sentido, segundo Rousseau, filósofo iluminista, ´´é dever do Estado viabilizar meios para melhorar o bem-estar da população´´. Todavia, isso não acontece no país, pois as instâncias governamentais são ineficazes em legislar leis que sejam aplicadas no intuito de levar internet para as instituições acadêmicas, por exemplo computadores de qualidade para os estudantes. Dessa forma, a inércia governamental ajuda no avanço da problemática, em decorrência de que não atua na distribuição de recursos tecnológicos nas escolas.

Outrossim, a falha na educação contribui para o crescimento do problema. Nesse viés, conforme o educador Rubem Alves, ´´ há escolas que são asas e há escolas que são gaiolas´´. Nesse contexto, o sistema de ensino brasileiro é deficitário por não proporcionar aos estudantes os benefícios da tecnologia, como uma excelente ferramenta de pesquisa e erudição, em razão de que não existem aulas de informática nos centros acadêmicos. Desse modo, a educação, que deveria promover o desenvolvimento da nação, auxilia para o afastamento das consequências positivas do meio tecnológico.

Portanto, torna-se evidente que o baixo impacto dos recursos tecnológicos no ensino. Assim, o Governo federal deve repassar mais verbas para o Ministério da Educação na responsabilidade de diminuir o impasse. Isso por meio da arrecadação de impostos e parcerias com empresas privadas que se materializem em computadores e internet de qualidade junto com aulas de informática nos centros de erudição, para que, assim, a sapiência do estudante seja ampliada e que essa ação ajude no desenvolvimento econômico e social da pátria. Com isso, a Constituição federal será feita na prática.