O impacto da tecnologia na educação
Enviada em 16/11/2021
Ao longo dos anos com o advento da globalização e a revolução técnico-científica, o mundo foi incluindo cada vez mais a tecnologia no seu cotidiano, abrangendo todas as áreas e instituições de convívio social, incluindo as escolas. Entretanto, é necessário que ocorram mudanças para que a tecnologia impacte de maneira mais positiva os alunos. Dessa forma, nota-se que a tecnologia tem a capacidade de personalizar o ensino do aluno e se faz necessária para a evolução do modelo de ensino vigente.
Em primeiro lugar, verifica-se que muitos alunos não possuem interesse na forma que os conteúdos estudantis são abordados, e a tecnologia pode melhorar a problemática supracitada. Segundo o livro “Pedagogia da autonomia” de Paulo Freire, as escolas não devem ensinar somente os conteúdos didáticos, mas também devem preparar os indivíduos para o convívio social. Sob tal perspectiva, é possível inferir que por fazer parte da rotina dos jovens a tecnologia pode trazer novas estratégias de aula, melhorando a qualidade do ensino e permitindo um leque maior de opções para abordagem de variados temas.
Além disso, o modelo atual de ensino carece de adequações tecnológicas. O conceito de modernidade líquida do sociólogo Bauman afirma que vivemos em tempos líquidos, nada é feito para durar, as coisas mudam muito rápido. Contextualizando muito bem sobre a tecnologia e as suas melhorias para o ensino. Nesse sentido, não há motivos para manter o mesmo método de ensino desde o século XIX e não avançar tecnologicamente, mantendo o cenário educacional estagnado.
Em síntese, é necessário que medidas sejam tomadas para que a tecnologia se mantenha como benefício em esfera educacional. Para isso urge que o ministério da educação em conjunto com as instituições de ensino, criem plataformas de ensino online nas quais sejam abordados de maneira mais interativa os conteúdos didáticos e do cotidiano, por meio de tablet’s ou os celulares dos próprios alunos, com o intuito de garantir um ensino mais atualizado e integrativo para todos. Assim, seria possível seguir o ritmo de desenvolvimento técnico-cientifíco na educação.