O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 18/11/2021

A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, prevê a todo cidadão o pleno direito à educação, à dignidade humana e ao bem estar social. No Brasil, entretanto, a falta de mobilização efetiva por parte do Estado quanto aos meios de difusão da educação, tem permitido o aumento da desordem em relação ao impácto da tecnologia na educação. Isso se evidencia nao só pela falta de investimentos na capacitação de professores, como também pela precariedade tecnológica das escolas públicas do brasileiras.

Diante desse cenário, cabe ressaltar que a falta de investimento para capacitação dos professores é um grande responsável pela complexidade desse problema. Nesse sentido, segundo dado da Fundação Getúlio Vargas, a taxa geral de investimentos no Brasil, somando setores públicos s privados, está no seu menor nível dos ultimos 50 anos. No entento, para agir sobre o problemas coletivos, como a questão da capacitação dos professores, é necessario investimento massivo. Como há uma lacuna financeira no que tange o problema, sua erradicação tem sido complicada. É, portanto, inaceitável que no Brasil, um dos países mais desenvolvidos da América Latina, o Estado não invista o necessário no preparo intelectual de seus professores.

Além disso, a precariedade tecnológica das escolas públicas brasileiras é um forte impecílio para resolução do problema. Sob essa ótica,  desde o século 19 o mundo vem passando por diversas revoluções tecnológicas, entre elas, a quarta revolução industrial, que visa proporcionar uma maior integração tecnológica na sociedade. Assim sendo, é de extrema importancia que o Estado dê as condições necessária para que as escolas públicas tenham uma estrutura tecnológica de qualidade para poder usufruir dos benefícios da era digital. Mostra-se, assim, que a problemática da baixa estrutura tecnológica nas escolas públicas tem levado o Brasil a níveis vergonhosos de integração digital educacional.

Portanto, faz-se necessária adoção de medidas para a reversão dos problemas relacionais aos impactos da tecnologia na educação no Brasil. Para isso, cabe ao Governo Federal, poder máximo da nação, por meio de parcerias com o Ministério da Justiça,  criar uma lei que garanta os investimentos necessários para a capacitação dos professores, com a finalidade de melhorar o intelecto de seu corpo docente. Ademais, o Ministério da Educação, órgão responsável pela regulação do ensino no Brasil, deve, por meio de parcerias privadas, buscar projetos de aparelhamento e estruturação tecnológica das escolas públicas, a fim de garantir uma maior democratização do ensino. Mediante essas ações, espera uma melhora nos impactos da tecnologia na educação, fazendo valer a Contituição Federal de 1988.