O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 01/05/2022

Com a globalização e o desenvolvimento tecnológico, diversas profissões e serviços se adaptaram para acompanhar a evolução tecnológica, sendo a educação um dos setores cada vez mais influênciados. Por conta disso, é imprescindível compreender como seus efeitos podem ser positivos e negativos, a partir da maneira como a tecnologia é utilizada.

A princípio, o uso de plataformas e jogos digitais pode se tornar uma ferramenta de conexão entre o aluno e a escola. É possível tomar como exemplo o jogo Minecraft Education Edition, no qual os professores tem oportunidade de dar aulas, passar atividades, e realizar atividades extracurriculares em um ambiente virtual, com isso, pode ser formado um ambiente mais agradável e interessante aos jovens estudantes, fato que favorece o acompanhamento do conteúdo.

Ademais, é importante atentar-se aos riscos do uso inaprópriado dos recursos tecnológicos em sala de aula. Com a crescente facilidade de se obter e manusear um celular, o uso das redes sociais cresce exponencialmente, e infelizmente é encontrado durante o período de estudo em grande parte das escolas, esse fator se torna crítico no desenvolvimento acadêmico a medida que os estudantes começam a perder cada vez mais o foco durante as aulas e adotarem um modo de agir impróprio para o aprendizado ao se desviarem das lições e evita-las.

Em virtude do exposto, torna-se evidente a necessidade das instituições de ensino conhecerem formas de utilizar tecnologia a seu favor. Por isso, é fundamental que o Ministério da Educação (MEC) distribua infraestrutura e material de apoio voltados para o uso do meio virtual nas escolas, a fim de tornar o ambiente escolar cada vez mais harmônico e agradável às novas gerações. Além disso, com a finalidade de manter o meio acadêmico como um local voltado para o aprendizado e desenvolvimento intelectual, a realização de palestras e debates voltados para a consciêntização a respeito do uso moderado dos meios tecnológicos em locais de ensino, os quais podem ser ministrados pelo próprio MEC ou grêmios estudantís caso a escola possua.