O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 04/06/2022

A realidade no ambiente da educação vem mudando com o tempo, isto é fato. Uma das grandes mudanças veio com a tecnologia, que trouxe tanto benefícios como malefícios. Com isso, é notável um impacto positivo e um negativo da tecnologia na educação, que são eles: a praticidade da disseminação do conteúdo na sala de aula e o grande número de autodiagnóstico pela internet.

Primeiramente, de acordo com o site Todos Pela Educação, mais da metade dos professores da rede pública brasileira utilizam tecnologia digital regularmente em sala de aula. Isto é, a tecnologia já está na maioria das salas de aula em todo o Brasil. Isso se deve pela facilidade em que os meios tecnológicos disponibilizam para os professores. Com isso, alguns temas que demorariam muito para serem apresentados são facilmente explicados com vídeos, jogos e outros mecanismos que só são permitidos devido ao acesso à tecnologia.

Por conseguinte, muitas pessoas mal-intencionadas acabam publicando conteúdos falsos nos meios da internet para atrair, apavorar ou desinformar a maioria das pessoas que circulam pelo meio digital. Esse fenômeno da desinformação gera, por muitas vezes, problemas relacionados a saúde. De acordo com a revista Exame, o terceiro estudo do instituto sobre o tema apontou que 40,9% dos brasileiros fazem autodiagnóstico pela internet e se medicam. Isto é, vários brasileiros tomam medicamentos errados devido a pessoas mal-intencionadas que acabam publicando em seus sites sintomas de doenças comuns atrelados a outros tipos de doenças.

Diante do exposto, é preciso tomar duas atitudes. A primeira é, maior incentivo, por parte do Governo Federal do Brasil, ao uso de tecnologia nas salas de aula. Esse incentivo seria feito distribuindo verba aos colégios públicos para a compra de materiais necessários para o uso da ferramenta em sala de aula. Além disso, aulas com profissionais capacitados devem ser ministradas tanto para profissionais públicos como privados ensinando-os a utilizar a internet. A segunda é, propagandas de televisão financiadas pelo Estado, onde as propagandas contariam com médicos que explicariam as desvantagens de se consultar pela internet e se diagnosticar sem a validação de um profissional.