O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 03/11/2023

Platão, filósofo grego, defendia a importância de o homem viver bem. Mais de dois mil anos depois, contudo, os estudantes não desfrutam de tal ideal valorizado pelo pensador, uma vez que a impacto positivo das tecnologias, como a tradução rápida de livros em inglês por inteligência artificial, não é vivenciado nas salas de aula. Assim, cabe apontar que a omissão dos governantes e a inércia dos civís, os quais não debatem o tema, são desafios que contribuem com o revés.

Sob tal ponto, o filósofo Aristóteles afirmava que o Estado deveria garantir a felicidade geral. Essa conduta, entretanto, não é característica dos estadistas atuais brasileiros, haja vista que eles vão de encontro à máxima do estudioso, por não assegurarem, efetivamente, o bem dos estudantes. Isso pode ser exemplificado na falta de medidas que lidem a falta de experimentação dos impactos da tecnologia pelos alunos das instituições de ensino – como comprar, plenamente, computadores e implatá-los nas salas de aula, para que os estudantes possam ter um ensino mais infortizado -. Dessa forma, consequentemente, enquanto os estadistas não agem, tal infeliz situação perdura.

Além disso, a falta de solidariedade é outro potencializador do empecilho. Nesse sentido, o ativista Martin Luther King dizia que quem não se manifesta contra as injustiças, contribui com elas. Sob tal entendimento, a crítica de King pode ser feita aos cidadãos individualistas, na medida em que eles, por não serem atingidos, se calam e naturalizam o a falta de tecnologia na educação. Isso pode ser observado, por exemplo, na escasses de debate acerca do assunto por educadores nas mídias sociais, para conscientizar a população a votar em políticos que se importem com o direito à tecnologia por todos. Desse modo, é necessário reverter tal cenário.

Portanto, infere-se que a gênese da falta do benefício dos impactos da tecnologia na educação precisam ser vencidos. Logo, o governo, como órgão máximo de instância executiva, deve, por meio de verbas públicas, investir em tecnologia -como computadores e “internet” de qualidade - e implantá-los nas unidades de ensino, a fim de atenuar tal problema. Ademais, a sociedade deve discutir sobre o assunto e pressionar os estadistas, para que tal medida possa ser tomada rapidamente. Com isso, os estudantes estarão mais perto de viver bem.