O impacto das desigualdades sociais nas desigualdades escolares

Enviada em 03/11/2021

A constituição de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5°, que, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberando com ênfase  na prática quando se observa o impacto das desigualdades sociais nas desigualdades escolares, dificutando, deste modo, a universalização desse ireito social tão importate. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise do aumento da marginalização e casos de doenças mentais como a depressão que favorecem a esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a desigualdade social nas escolas. Nesse sentido, tal ausência contribui para a marginalização da sosiedade menor de idade, justo que a desigualdade tira os afetados da escola, e os leva para as ruas onde encontram refúgio naqueles que o aceitam. Essa conjuntura, segundo as ideias de John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a igualdade social nas escolas, o que infelizmente e evidente no país.

Ademais, é fundametal apontar o evidente aumento de casos de depressão na população, principalmente em jovens que frequentão as escolas brasileiras. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saude) o Brasil é o país com mais casos de depressão da America Latina. Diante de tal exposto é inadimissivel que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a nessecidade de se combater a esses obstáculos. Para isso, é imprescendível que a mídia, por intermédio de campanhas contra a desigualdade nas escolas, venha conscientizar a sociedade a respeito disso, a fim de combater a desigualde social nas escolas e aos que a praticam. Alem disso, o estado deve-se posicionar a repeito do mesmo colocando em prática as penalidades das leis que outrora foram impostas. Assim, se consolidará uma sociedade mais igualitária, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.