O impacto das desigualdades sociais nas desigualdades escolares
Enviada em 21/02/2022
“A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação.” A afirmação, atribuída ao dramaturgo irlandês Oscar Wilde, pode facilmente ser aplicada às desigualdades sociais, já que é justamente a falta de incômodo social diante dessa vicissitude que a consolida como um regresso para a nação brasileira. Nesse sentido, essa situação de indiferença tem como origem inegável a fatores históricos. Assim, não só o preconceito como também a má distribuição de renda contribuem para a normalização desse quadro problemático.
Precipuamente, é fulcral pontuar que essa desigualdade deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que caíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil, devido a falta de atuação das autoridades, o grande preconceito e a discriminação. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar a má distribuição de renda como promotor do problema. Partindo desse pressusposto, faz com que a população mais pobre tenha condições precárias, sendo o dinheiro apenas fonte de sobrevivência. Tudo isso retarda a resolução do empecilho.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham conter a desigualdade. Dessa forma cabe ao Governo fazer instituições gratuitas, usufruindo de professores qualificados e excelentes materiais, a fim de ensinar as pessoas mais pobres e vulneráveis. Somente assim, poderá garantir a ordem e o progresso da nação.