O impacto das desigualdades sociais nas desigualdades escolares
Enviada em 08/08/2022
A Constituição federal de 1988, prevê, em seu artigo 6°, o direito à educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Entretanto, esse direito não é garantido a todos no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a desigualdade de ensino e a falta de apoio das escolas públicas com os alunos.
Em primeira análise, evidencia-se que os níveis de ensino de uma escola pública e uma particular são discrepantes. Sob essa ótica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) cerca de 7% dos estudantes conseguem ingressar em uma faculdade pública sem o uso de cotas. Dessa forma, percebe-se que um aluno de escola particular, devido ao baixo nível de ensino.
Além disso, é notório que em 2021, muitos alunos de escola pública ficaram sem estudar, devido às baixas condições financeiras pra se ter um computador e uma Internet, prejudicando o ensino desses alunos. Desse modo, “A educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido- William lewis”. Consoante a isso, as escolas precisam ser mais estruturadas para que os alunos possam ter uma qualidade de ensino.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir a desigualdade de ensino. Dessa maneira, cabe ao governo investir mais nas escolas públicas, por meio de parcerias com lojas de eletrônicos, a fim de conseguirem computadores e Tablets para aumentarem a qualidade de ensino e despertar a vontade de aprender mais. Somente assim, vamos estar agindo com a Constituição de 1988.