O impacto das desigualdades sociais nas desigualdades escolares

Enviada em 10/10/2022

A Constituição Cidadã, mais conhecida como Constituição Federal de 1988, imposta no governo de Sarney, diz em seu artigo 5 que todo e qualquer cidadão é igual perante ao Estado. De maneira análoga a isso, observa-se a grande desigualdade presente entre escolas de ensino público e privado no Brasil. Posto isso, analisa-se dois problemas visíveis: o aumento do analfabetismo entre jovens e a queda econômica no futuro.

Em primeira análise, evidencia-se o desenfreado crescimento de crianças e adolescentes analfabetos em todo Brasil, em detrimento da falta de auxílio e apoio do Governo em relação a tal exposto. Nessa ótica, observa-se a frase da renomada filósofa alemã Hannah Arendt, " A essência de ter direitos humanos é o direito de ter direitos". Depreende-se portanto que é inadmissível tal fato continuar a perdurar dentro da nossa realidade atual.

Sob essa linear traçada, é imperioso destacar a drástica queda na econômia do Estado futuramente, devido a essa ausência de investimentos e incentivos na área da educação. Nesse viés, segundo pesquisas do Ministério da Econômia, com as aulas escolares à distância, o deficit na econômia será muito maior em relação aos anos anteriores, por conta do dificil acesso por parte dos jovens de redes públicas às aulas em geral. Portanto, é fora da realidade, tais desigualdades ainda estarem presentes na atualidade, e prejudicarem intencivamente as vidas de diversos jovens.

Em virtude dos fatos mencionados, é importante a adoção de medidas que venham mitigar tais problemas. Dado tal exposto, cabe, ao Ministério da Educação, orgão responsável por cuidar da saúde educacional brasileira, por intermédio do Governo Federal, realizar aplicações e inventimentos voltados para escolas e faculdades públicas. Para que assim, o artigo 5 da Constituição possa entrar de fato em vigor, e se torne cada vez mais distantes as realidades distintas dos estudantes brasileiros.