O impacto das desigualdades sociais nas desigualdades escolares
Enviada em 13/06/2023
No livro “Pedagogia do Oprimido”, o professor Paulo Freire descreve a educação como um catalisador no processo de formação cidadã. Devido a esse fato, é indubitável democratizar o acesso ao conhecimento à todas as camadas sociais. Todavia, dentro do território brasiliero, a disparidade econômica e a desequidade racial são impasses nesse processo.
Primeiramente, a Política Fiscal da Secretaria de Política Econômica afirma que, em virtude da desigualdade econômica, os estudantes mais pobres tiveram dificuldades para obter internet e assistir as aulas durante o período do islamento social. Dessa forma, esse infortúnio é um fator segregacionista, pois dificulta a inserção dessa parcela populacional no mercado de trabalho. Decerto, o presente problema submete esses indivíduos à situação de vulnerabilidade social.
Em segunda análise, em convergência com a assistente social Paula Bonfim, embora a sociedade colonial tenha chegado ao fim, estruturas sociais construídas nessa época, como a dificuldade do povo negro em manter-se inserido na educação, ainda permanecem na contemporaneidade. Sem dúvida, a segregação causada por essa situação é um elemento que fere a igualdade perante a lei, visto que a desigualdade racial aumenta as chances desse gripo societário não acessar o ensino superior.
Portanto, é fundamental resover os problemas que as desigualdades causam no processo educacional. Assim, cabe ao Governo Federal ampliar o número de pessoas dentro das escolas. A realização desse ato é viável, pela democratização monetária mediante a ampliação dos programas sociais . Dessa maneira, será possível reduzir a disparidade cesnitária. Além dessas políticas sociais, é indispensável aumentar o alcance das bolsas universitárias, exemplificativamente, auxílio permanência, de maneira que esses insumos valham para estudantes matriculados em todos os centros educacionais. A adoção dessas medidas fará com que a desequidade não seja um fator privativo do usufruto das esferas sociais, conforme proposto pelo economista Amartya Sen.