O impacto das desigualdades sociais nas desigualdades escolares
Enviada em 13/06/2023
Na filosofia de Karl Marx, a luta de classe era um dos maiores entraves do século para um mundo igualitário. Em teoria, o mundo contemporâneo promove constantemente o fim da desigualdade social. Todavia, é notório a discrepância cotidiana. Os centros de educação são os principais alvos do obstaculo social. O conformismo em relação a falta de oportunidades futuras, desperta frustração e trantornos psicológicos em milhares de jovens e adolescentes ao redor do mundo, assim afetando a saúde mental. Devido a isso a evasão escolar cresce exponencialmente todos os dias.
Em primeiro plano, é preciso analisar a questão das redes públicas e privadas. È perceptível a separaçao de classes quando se trata de educação, o acesso dos alunos das redes publicas ao conhecimento é restrito sendo comparado aos ensinamentos da rede privada. Apesar dos planos de bolsas de estudo serem um ótimo sistema de oportunidade, não é o suficiente para que a desigualdade educacional diminua. Tendo como base, um ensinamento limitado, as chances de um estudante de rede pública conseguir uma bolsa para rede privada é pequena. Em consequência disso, as falsas esperanças e a necessidade de trabalhar para sobreviver, causa o aumento da evasão escolar.
Em uma segunda análise, pesquisas estatisticas apontam que mais de 80% de estudantes brasileiros se concentram em redes públicas, ou seja mais da metade do país não está tendo acesso ao devido conhecimento. Há de se considerar que a comunidade de baixa renda está cada vez mais longe dos padrões de vida confortáveis que sociedade oferece para um grupo específico de pessoas. Ademais, esse problema social age afetando também a saúde mental do cidadão, resultando em doenças como depressão e ansiedade.
Torna-se evidente, portanto, que o maior impacto da desigualdade é a falta de oportunidade. Expondo isso, é preciso que o estado, juntamente com o MEC aja de maneira abundante aumentando o limite da educação nas redes públicas, trazendo mais materias didáticos e dinâmicos de forma que o ensino seja algo cotidiano, afim de que o futuro financeiro seja acessível a todos e a economia seja movimentada.