O impacto do TikTok no comportamento de jovens

Enviada em 18/09/2023

Desde a pandemia que assolou o mundo, em 2020, diversos aplicativos entraram em destaque entre os jovens, entre eles, o Tiktok. Caracterizado por vídeos curtos, exercendo uma influência negativa entre os jovens.Dentro desse contexto, percebe-se o impacto do aplicativo no comportamento dos jovens, vem tomando medidas extremas. Esse lastimável panorama é calcado na inoperância estatal e na negligência dos educadores pela falta de conscientização.

De início, há de se constatar uma inoperância do Poder Público enquanto não há verificação do conteúdo exposto pelo TikTok e nem se há cumprimento da faixa etária. Acerca disso, o filósofo inglês Thomas Hobbes, em seu livro “Leviatã”, defende a incumbência do Estado, propondo meios que auxiliem no progresso da coletividade . As autoridades, contudo, vão de encontro com a ideia de Hobbes, uma vez que possuem papel inerte em relação aos impactos do TikTok no comportamento dos jovens. Esse cenário decorre ao fato que, assim como pontuou o economista Murray Rothbard, uma parcela dos representantes governamentais, ao se associar a um viés individualista e visar retorno imediato de capital político, negligenciando a conservação dos direitos sociais, como a falta de investimentos em crimes de cyberbullying.

Por conseguinte, os entraves acerca do impacto do aplicativo, sintetizam outro desafio a ser sanado com urgência. Sob perspectiva da escritora Marina Colassanti na crônica “Eu sei, mas não devia”, a sociedade moderna banaliza os seus problemas sociais. Há de se perceber a intrínseca relação com os educadores e a falta de conscientização, visto que, o maior público é entre 13 e 24 anos. Sob esse viés, a vida estudantil e social dos jovens é prejudicada, já que o uso do aplicativo é viciante, fazendo com que passem horas na frente do celular.

Infere-se, portanto, a necessidade de combater os problemas enfrentados pelo impacto do tiktok na vida dos jovens. Para isso, é necessário que o Governo, invista mais na tecnologia e investigue se os “cookies” do aplicativo estão sendo cumpridos. Também, cabe aos pais, em parceria com o MEC, ir até as escolas com intuito de explicar aos jovens os problemas que o mau uso do aplicativo causam em suas vidas.