O impacto do TikTok no comportamento de jovens
Enviada em 04/06/2024
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a educação social, como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado, quando se observa o impacto do TikTok no comportamento de jovens, ou seja, violência, ansiedade, depressão, baixa autoestima e bullying são alguns dos temas que mais aparecem quando a gente relaciona redes sociais x saúde mental, dificultando deste modo a universalização desse direito social tão importante.
Em primeira análise, é importante analisar que o aplicativo Tik Tok é uma mídia social bem usada pelos jovens, onde possui quase 70% dos usuários com pessoas de menos de 30 anos, sendo 60% entre 16 e 24 anos, e outra grande parcela com 13 anos de acordo com https://labdicasjornalismo.com/noticia/11166/-tiktok-alem-do-entretenimento-a-influencia-do-app-no-comportamento-dos-jovens/. Desta forma, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o impacto do TikTok no comportamento de jovens, em outras palavras, diminuir o uso de telas e redes sociais.
Ademais, é fundamental apontar o uso de telas em excessividade, em momentos onde os jovens poderiam estar estudando ou praticando outra atividade, como consequência do impacto do TikTok no comportamento de jovens, na sociedade brasileira. Diante de tal asserção, a prática de esportes físicos ajudariam acabar com esse vício. Logo é inadmissível que este cenário continue a perdurar.
Compreende-se portanto, a necessidade de combater estes obstáculos, para isso, é imprescindível que a sociedade brasileira e o Ministério da Educação, órgão responsável por assegurar o direito proposto, por intermédio de apoios com professores e profissionais das áreas da educação e esporte, efetue atividades aos jovens nos tempos livres deles, a fim de acabar com o vício nas telas.