O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 27/08/2019

A preocupação perante o nacionalismo

A palavra “globalização”, no quesito geográfico, é estipulada como o abeiramento mundial ora por meio tecnológico ora por meio industrial e social, o que tange à gênese de órgãos maioritários confeccionados entre a união de nações afim de relacionarem-se economicamente. Estes blocos econômicos reduzem a taxa alfandegária e corroboram para a livre circulação de pessoas perante o mundo, porém, o sentimento nacionalista exacerbado tornou-se crescente após a finalização destes típicos consórcios.

Em primeiro lugar, os acordos contribuem não só à atenuação das taxas alfandegárias, como também para eliminação das mesmas, para ilustrar, é o caso do Nafta (Tratado de Livre Comércio da América do Norte). Contudo, a busca à mão-de-obra barata desfavorece àqueles propulsores de matéria-prima nacional da localidade em visto que a influência do Bloco aumenta. “Sem direitos trabalhistas e sindicais, os mexicanos não podem se organizar para aumentar seus salários. Os trabalhadores dos EUA hoje encontram trabalho com menos segurança e salários que equivalem a 77% do que originalmente recebiam”, segundo Altamiro Borges, na reportagem “México e Canadá: A trágica experiência do Nafta”.

Em consequente da globalização, a ruptura dos Blocos Econômicos exprime sentimentos nacionalistas e protecionistas exacerbados, como também ideologias de soberania que tornam à preocupação social e amedrontamento quanto a ideia de novas revoluções como a Guerra Fria e a Segunda Guerra Mundial. “A União Europeia era um símbolo da tentativa de encontrar cooperação onde havia desconfiança e conflito. Agora, o que volta à tona é a ideia de soberania, o regresso do estado nacional”, ressalta Marcos Azambuja, embaixador do Brasil na França e observador do Brexit (Saída do Reino Unido da União Europeia).

Como sociedade globalizada e alteada ao meio informacional e histórico, é compreensível que os Blocos Econômicos  como o Nafta e a União Europeia repercutem como benéficos, porém, indiretamente, instigam sentimentalismos preocupantes atualmente. Portanto, o ciclo liberal dos acordos não deve ocorrer depressa para que os deputados e o Estado explorem demasiadas possibilidades a fim de que a população se mantenha consolidada, mas também se conscientizem das situações políticas próprias com o objetivo de não tornar a conflitos passados.