O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 29/08/2019

Nos anos 90, foi criado o Mercosul, seguindo as bases da União Europeia. Na contemporaneidade  presencia-se o crescimento de todos os blocos, por serem meios no qual os países membros podem ser comercializadas internamente sem tarifas de importação. Porém com a criação dos blocos outro detalhe a ser discutido é a questão tarifaria entre os blocos, a qual chega a ser de até 92% entre Mercosul e União Europeia

Os blocos econômicos são capazes de propiciar vantagens bastante interessantes ao viabilizar o acesso e o barateamento a determinados produtos antes caros e com pouca oferta. Contudo, por outro lado, as ações de cooperação e políticas reduzem as possibilidades de expansão da economia nacional em determinadas áreas em que os países parceiros possuem maior desenvolvimento. Desse modo, os blocos podem provocar o desemprego e a retração de certos setores industriais. Exemplo do Brasil no Mercosul, o qual as políticas protecionistas dos outros integrantes inviabilizam o comercio com o exterior com maior facilidade.

Recentemente a um mês, houve o vazamento sobre um possível acordo do Mercosul e a União Europeia. Via o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz. O acordo poderá gerar investimentos adicionais de R$ 453 bilhões no Brasil nos primeiros dez anos de vigência, junto a isso a corrente de comércio mais soma de exportações e importações será ampliada em R$ 1 trilhão no mesmo período.

Conclui-se que o principal problema diante os blocos econômicos atualmente, são as diretrizes tarifarias, devido a falta de acordos comerciais entre elas. É necessário que o Líder de ambos os blocos, Mercosul (atual Jair Bolsonaro) e União Europeia (Jean-Claude), com seus ministros da economia formem acordos que beneficiam ambos os lados, tais investimentos poderiam ser aplicados na indústria, educação e saúde de ambos os continentes.