O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 03/09/2019

Segundo Maquiavel, o governante prudente deve ter uma série de atributos e qualidades, a virtú, para aproveitar as diversas chances existentes nas dificuldades dadas pela história, a fortú.Nesse sentido, Jair Bolsonaro, percebendo que a economia brasileira necessitava ser desburocratizada e mais diversificada, firmou o acordo Mercosul-União Europeia, tranzendo à tona várias consequências que tal compromisso internacional teria para o Brasil e os demais países participantes.Se, por um lado, muitos pactos comerciais são benéficos para diversos povos, por outro, poderá haver, quiçá, efeitos nocivos.

Antes de tudo, a existência de blocos econômicos é fruto da globalização, a qual é um fenômeno marcado pela diminuição de barreiras comerciais e de preconceitos presentes entre as variados povos.Por exemplo, a redução de tarifas alfandegárias e a criação de políticas que permitem o multiculturalismo, como ocorre na Suécia, além de permitirem a rápida circulação de mercadorias e fundos monetários, possibilitam o tráfego e o contato de indivíduos de diferentes regiões.O Canadá, outro exemplo disso, também efetua essas ações e, a cada ano, está colhendo bons resultados com tal intercâmbio cultural.Esses fatos mostram como uma simples política econômica pode gerar outra com cunho sociocultural.

Todavia, embora aja certos benefícios, o lucro de acordos internacionais pode se sobrepor à identidade de um país, sendo o Japão um retrato disso.Após os EUA lançarem as bombas atômicas sobre Nagasaki e Hiroshima e o país nipônico oficializar sua rendição, tal nação foi à ruína e ao caos de forma súbita.Os norte-americanos estabeleceram relações econômicas a fim de reestruturar o país asiático, entretanto, gradualmente, apesar da economia japonesa tornar-se referência mundial de certos ideais Keynes, a personalidade nipônica foi americanizada, isto é, trouxe a este país a racionalização dinheirista do tempo, contribuindo para o número crescente de suicídios no trabalho.Dessa forma, influencias externas podem ser prejudiciais a uma população.

Em suma, considerando os aspectos mencionados, fica notória a inevitável coordenação de medidas para reverter a situação vigente.Sendo assim, o Governo, em parceria com o Ministério da Educação, deverá financiar muitos projetos sobre as consequências do comércio internacional entre grupos ou países na sociedade e nas escolas.Isso será feito em programas televisivos, em entrevistas de jornais e em debates entre alunos e professores.Com isso, a população sentir-se-á informada sobre os prováveis impactos dos acordos internacionais comerciais, garantindo o bem-estar de muitos.