O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 06/10/2019

Após o fim da segunda guerra mundial, muitos países viram-se desconstruídos e em grandes crises financeiras. Com isso, essas nações enxergaram que seria economicamente interessante que se juntassem para sair de tal situação. Portanto, deu-se início ao primeiro bloco econômico, este que foi fundando na Europa e foi uma espécie de antecessor da União Europeia. Este foi responsável por quebrar barreiras burocráticas e alfandegárias, o que revolucionou a forma com que se estabelece o comércio internacional e naturalmente passou a ser um modelo a ser seguido e copiado, exemplo disso são os blocos NAFTA, MERCOSUL e BRICS.

No entanto, tal relação gera problemas quando são envolvidos países com realidades muito distintas. Países subdesenvolvidos que contém um mercado interno pouco competitivo, frente as nações que dominam a economia mundial e que possuem tecnologia suficiente para isso, podem adotar uma postura de unicamente importação, o que poderá quebrar talis mercados e, consequentemente, o país.

Por outro lado, ao acabar com tais barreiras, gera-se maior disputa e ajuda a combater  os monopólios. Em função disso, traz preços mais baixos e, como resultado, incentiva o consumo e gera empregos e salários mais altos. Além disso, em blocos como a União Européia em que concede-se a livre circulação de pessoas, acaba por fomentar o turismo.

Destarte, conclui-se que é importante travar tais acordos. Contudo, o BNDES deve apoiar financeiramente o mercado interno quando estes forem firmados com países desenvolvidos, seja através de empréstimos ou subsídios, assim o fortalecerá e o tornará competitivo, como resultado terá  seu potencial de consumo ampliado por alcançar países que antes era impossibilitado de negociar. Dessa maneira, ambos os lados construirão uma relação de comum beneficiamento e se desenvolverão de forma conjunta assim como aconteceu após a segunda guerra.