O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 13/09/2019

“Os integrantes de blocos econômicos não teriam alcançado condições de comercialização entre países não participantes dos mesmos blocos econômicos se, repetidas vezes, não tivessem tentado os direitos de comercialização autônoma dos países”. Com essas palavras, Max Weber, sociólogo alemão, afirma que as relações comerciais entre países de distintos blocos econômicos mas também, posteriormente à quebra de paradigmas, é necessária a insistência, por parte de um grupo social, na tentativa dos blocos econômicos observarem, por outro ângulo, os benefícios de não coibirem a comercialização dos integrantes com a inclusão dos países marginalizados no comércio.

Primeiramente, a coibição da autorização em inserir os demais países nas relações comerciais entre os países integrantes dos blocos econômicos resulta em danos colaterais aos indivíduos da sociedade devido à debilitação da natureza social do ser humano. Acerca dessa premissa, pode-se delinear um paralelo com a filosofia aristotélica do século V a.C, segundo a qual “o ser humano é um animal político e social”: o que se vê hoje é que o comércio dos países integrantes de blocos econômicos reduziu as economias municipais dos países e, consequentemente, desestabilizou as relações sociais dos países, de modo que reduziu as oportunidades para a ampliação do comércio local para que haja crescimento das economias municipais e as pessoas obtenham melhores condições de bem-estar social.

Paradoxalmente, o Brasil, o qual é considerado como um país acolhedor pelos demais países, está inserido em uma dicotomia: ao mesmo tempo em que é reconhecido mundialmente por suas políticas de inclusão social. No entanto, ele deixa a desejar no que se refere à ampliação de novas relações comerciais entre os demais países não participantes do Mercosul para que a economia nacional obtenha crescimento e, consequentemente, o brasileiro obtenha melhores condições de bem-estar social, haja vista que segundo o professor da Universidade de Brasília Alcides Costa Vaz, a economia nacional apresentará considerável crescimento por meio da ampliação de novas comercializações com os demais países como, por exemplo, os países integrantes da União Europeia.

Portanto, o impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes deve ser combatido com a iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com as escolas municipais, economistas, psicólogos e o Ministério da Economia, em realizar a implementação de debates socioeducativos e ouvidorias, por meio de palestras psicopedagógicas, a respeito dos obstáculos socioeconômicos enfrentados pelas pessoas para prosseguir com as atividades cotidianas, além da propagação de folhetins relacionados à participação da população na interação das relações comerciais do país, para que possa haver um trabalho de transformação na mentalidade dos países em relação ao comércio.