O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.
Enviada em 21/03/2020
A globalização sobretudo a econômica teve suas origens nas grandes navegações. Se Cristóvão Colombo tivesse a certeza que descobria a América Espanhola a 12 mil léguas a oeste de Madri, os impactos econômicos e políticos advindos da descoberta não desencadeariam problemas para as coroas espanhola, portuguesa e inglesa.
A partir da descoberta do América Central, as economias do Mundo iniciaram processo de formação de blocos e até a II GM estiveram sob o controle da Inglaterra, França e Alemanha.
Até a Grande Guerra seguia-se o Keynesianismo, quando o Estado planificava a economia de seus membros. Enfim, surgiu o Neoliberalismo para combater o velho e abrir a economia para a globalização.
O problema é que a economia não se globalizou como queria o neoliberalismo econômico, blocos foram surgindo e de acordo com as características geográficas ou do Estado dominante, os membros se agrupavam ou desagrupavam.
Surgiram como blocos econômicos: BENELUX, CECA, UNIAO EUROPEIA, NAFTA, APEC, ASEAN, PEC SADEC, MERCOSUL. Cada um desses blocos está ligado ao modelo econômico que segue, capitalismo ou socialismo.
A comunidade econômica em grupos gera impactos na economia de seus membros, a começar pelas vantagens: menores taxas de importação e exportação e de tarifas alfandegárias; permite a circulação de capitais estrangeiros(áreas de livre comércio) e reduz o custo cambial. E as desvantagens, as empresas que não participam como membros encerram suas atividades.
Isto posto, a fim de mitigar o problema de falência das empresas, sugere-se ao Governo Federal e seu Ministério das Relações Exteriores e BNDES, a motivação para participação como membros, com subsídios a juros baixos e liquidação a longo prazo(maior que dez anos). Dessa forma a integração ao grupo ficará mais equilibrada.