O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 23/03/2020

O estudo da História mostra que até a II Guerra Mundial as atividades comerciais pelo mundo seguiam o Mercantilismo, consoante o modelo Keynesiano. Portanto, foi com a Guerra Fria que os problemas começaram.

Então, surgiram os grandes blocos econômicos pelos continentes, seguindo cada um seu modelo econômico. Eis, assim, o início da maioria dos problemas.

Portanto,  é fato que uma economia mais forte sempre produz impactos na mais frágil e este é o enfoque do tema em tela.

Neste viés, debruça-se sobre o exemplo do Acordo Estados Unidos, México, Canadá(USMCA) e o Mercado Comum do Sul(MERCOSUL), a fim de elucidar a situação.

O primeiro Mercado, cuja moeda dominante é o dólar, produz impactos na economia do segundo, aumentando as taxas de câmbio, os juros das transações e por fim, quem não se adapta: sai do cenário, “quebra”.

Nesse sentido, defende-se a criação da moeda única e exclusiva do Mercosul, com o propósito de mitigar os impactos nos membros do bloco e nas áreas de livre comércio. Há um detalhe velado, que será apresentado como solução ao final, quanto a tal moeda.

Ainda no mesmo viés, deve haver um órgão para fiscalização de políticas econômicas, com a participação dos integrantes do Mercado. Dessa forma, pode assegurar-se que garantias econômicas estarão vigentes para ambos participantes.

Por fim, verificou-se que há problema de impacto sobre o comércio, ou seja,  influência negativa na economia dos membros de blocos econômicos, por meio de um singular exemplo.

Do exposto, propõe-se ao governo brasileiro, por meio do seu Ministério do Comércio e Relações Exteriores, a criação de uma moeda para o MERCOSUL com valor equivalente ao Dólar.

Por conseguinte, da mesma forma, uma Instituição Credora, com a participação dos membros, para fins de financiamentos na área comercial.