O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.
Enviada em 29/03/2020
No século XVII, o Brasil colônia vivenciava um negócio muito lucrativo com a Holanda, a produção e exportação de açúcar. Porém, ocorreu de Portugal e Espanha se unirem e proibirem esse comércio, gerando consequências econômicas negativas. No entanto, hoje, nosso país vivencia algo parecido: restrições comerciais por parte do Mercosul e dos EUA.
Primeiramente, é necessário destacar que a Argentina é terceiro maior parceiro comercial desse país, e faz parte do nosso bloco econômico. Mas mesmo assim, na maioria das vezes, os impasses encontrados na hora de negociar com outros, dificultam bastante as transações gerando prejuízos à nação.
Além disso, outro problema grave são as importações de países como os Estados Unidos e blocos como a União Europeia. Pois eles nos entregam produtos manofaturados, prontos para uso ou consumo, por um preço inferior aos produzidos aqui, já que as taxas de importação desses não são tão altas. E isso resulta numa concorrência desleal com os nacionais, devido aos altos impostos cobrados pelo Estado, e que por isso, podem chegar a custar o dobro dos importados para o consumidor final.
Diante disso, fica evidente que o Brasil sai perdendo nas relações de comércio, assim como no século XVII quando colheu os amargos frutos da União Ibérica. Desse modo, faz se necessário uma intervenção para melhora do panorama atual. Logo, o Ministério da Economia, juntamente com o Ministério das Relações Exteriores, deve promover reuniões com os presidentes dos países economicamente parceiros, e do Mercosul, para discutir a situação brasileira e propor uma flexibilização desses acordos, por meio de uma sanção que impediria estes de se prejudicarem, o que proporcionaria um mercado internacional mais justo. Ademais, deve-se também reduzir os impostos cobrados sobre os produtos brasileiros para uma concorrência mais igual. Dessa forma, seria possível aprender com nossa história e evitar os mesmos erros do passado.