O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.
Enviada em 27/05/2020
O avanço da Globalização acarretou à necessidade, por parte dos países, de firmarem suas relações comerciais e, desse modo, surgiram os blocos econômicos. Sendo assim, a interação entre os países integrantes dos blocos facilitou a circulação de pessoas entre as fonteiras, reduziu os impostos de produtos e dentre outras coisas. No entanto, os Estados membros de acordos econômicos, como o Brasil, sofrem com o contrabando pirada e com a falta de liberdade que esses tratados impõem.
Em primeiro lugar, vale salientar que, o Brasil, ao fazer parte do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) se submete à regras, como a priorização de importações de parceiros comerciais em detrimento da obtenção de produtos de outras nações. Nesse viés, os contrabandos ilegais, por exemplo, de roupas e brinquedos produzidos na China, aumentam gradativamente, uma vez que há falhas na política de fiscalização contra tais circulações irregulares.
Em segundo lugar, somado ao aumento do contrabando ilegal, os países que aderem à blocos econômicos perdem a liberdade de negociação. Por analogia, pode-se pautar o “Brexit”, que se caracteriza pela saída do Reino Unido da União Europeia, onde o Parlamento Britânico alegou que o bloco econômico é prejudicial à soberania do país. Nesse ponto de vista, o impacto da saída na economia brasileira é positivo, visto que, com a libertação do Reino Unido, o Brasil poderá exportar para esse país, que antes era vetado pela União Europeia.
Portando, é de suma importância o debate acerca do impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes. Dessa maneira, o Ministério das Relações Exteriores, junto ao Governo, como órgãos superiores responsáveis, devem propor reajustes e novas negociações nos acordos do MERCOSUL, por meio de reuniões com os países membros desse bloco, a fim de que nenhum Estado venha a ter perdas em sua economia. Logo, com as novas negociações, o Brasil poderá desfrutar da Globalização sem prejuízos.