O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 26/07/2020

O primeiro bloco econômico foi criado na Europa, em 1956. Era formado inicialmente pela Bélgica, Alemanha Ocidental, Holanda, Itália, Luxemburgo e França, sendo conhecido pela sigla CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço). Desde então vem surgindo entre vários países, já que a maioria dos acordos feitos tem a intenção de expandir comércios, no entanto ele apresenta muitos problemas principalmente para nações subdesenvolvida.

Temos como o exemplo o bloco NAFTA, onde seu produto interno tem um valor de 22,9 trilhões de dólares (estimativa 2018), em uma estimativa de 490 milhões de habitantes. Como dizia o filósofo Adam Smith conhecido por ser um grande economista, a sua teoria de livre comercio é o que ocorre nesse blocos ja que tem a mínima de interferência do estado, sendo assim uma economia liberal.

Com isso, temos o fim das tarifas entre os países envolvidos no comercio, com isso o comercio de tais produtos se tornam mais atrativos já que terá preços mais baixos. Entretanto com o fim da tarifação os países subdesenvolvidos acabam tendo sua mão de obra mais barata e menos lucro, sendo assim os revendedores que são as grandes empresas acabam lucrando bem mais em cima deles. Diante disso entra o pensamento do filósofo onde ele diz que o proletariado é abusado em relação aos detentores do meio de produção.

Portanto, para que os blocos se ajustem de maneira mais justa o possível, devido ao fato que eles vão ao extremo tanto enriquecendo grandes nações quanto prejudicando as menores, é necessário o encontro dos principais líderes para tentar ser discutido um meio termo onde ninguém fique prejudicado. Sendo assim, como por exemplo o Brasil, o Ministério das Relações Exteriores deveria ficar atento em relações aos contratos da MERCOSUL, assim como todos os países subdesenvolvidos deveria fazer para não haver grande prejuízo.