O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.
Enviada em 26/09/2020
De acordo com o romancista irlandês George Bernard, o progresso é impossível sem mudança, e aqueles que não conseguem mudar suas ideias e ações não evoluem. Nesse hiato, este pensamento, embora correto, não é concretizado no hodierno cenário brasileiro, pois, o impacto dos blocos econômicos no comércio nacional carece de mudanças, já que contribui para o desenvolvimento da sociedade. Isso ocorre, ora pela hesitação governamental, ora pelo despreparo civil sobre esse contexto.
Mormente, é importante salientar o absentismo governamental para amenizar a interferência dos grupos econômicos estrangeiros no Brasil. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Tal fato reflete não só nos escassos investimentos para maior valorização dos profissionais da área de economia nacional desenvolvimentista, como também na falta de aplicabilidade estatal em programas associados à privatização industrial e infraestrutura de base, medidas essas que combateriam os oligopólios econômicos mundiais e tornariam o ambiente comunitário mais eufônico.
Ademais, outro ponto relevante nessa temática é o despreparo civil acerca do mercado externo, pois, não houve instrução na íntegra, o que torna mais difícil a luta por mudanças. De acordo com o educador e filósofo Paulo Freire, em sua ‘’Terceira Carta Pedagógica’’, o conhecimento educacional sozinho não transforma a sociedade, sem ele, tampouco a sociedade muda. Sob o mesmo ponto de vista do educador, nota-se que, no Brasil, devido à carência na formação de ideias críticas, ações sociais expressivas e uma boa base educacional analítica sobre manipulação econômica globalizada, o país não obtêm grandes transformações. Isso justifica toda mazela, incompreensão e despreparo social que permeia a atualidade. Desse modo, uma mudança nos preceitos sociais será importante para resolver o impasse.
Depreende-se, portanto, novas medidas para resolver o impacto dos blocos econômicos no comércio nacional. Destarte, o Estado, aliado às prefeituras municipais, por meio de verbas governamentais, deve promover não apenas campanhas educacionais para instrução, capacitação e aprendizado dos cidadãos a respeito da política econômica externa do país, como também palestras e programas sociais em centros culturais das cidades, destinados ao público, com materiais de apoio gratuito, participação remunerada de profissionais da área de economia e representantes do governo legislativo, em virtude de uma melhor assistência estatal, a fim de englobar todos à etiologia e minimizar toda e qualquer inadimplência. Somente assim, buscará o tão sonhado progresso de George B.