O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

Enviada em 22/12/2020

A Constituição Federal de 1988— fruto da luta dos trabalhadores contra um regime ditatorial e, por isso mesmo, conhecida como Constituição Cidadã— assegura o direito de ir e vir para os cidadãos, bem como a liberdade de comprar e vender mercadorias. Sendo assim, os impactos dos blocos econômicos nos comércios mundiais facilitam o cumprimento dessa constituição, a diminuição de tarifas e a circulação de mercadorias e pessoas demonstram os benefícios da união. Contudo, a redução de impostos e má responsabilidade aduaneira causam o aumento de tráficos nas divisas dos países. Diante disso, dois fatores tornam-se relevantes para se compreender a problemática: primeiramente, a fiscalização das fronteiras dos países; e, também, a falta de conhecimento da população sobre o tema.

Primordialmente, tem-se que o Brasil faz parte do bloco econômico criado em 1991, o Mercado Comum do Sul (Mercosul). A partir disso, analisa-se os benefícios dessa união, por exemplo, a livre circulação e baixas tarifas. Contudo, a dificuldade de fiscalizar os produtos contribuem para o tráfico de drogas ilícitas ou produtos roubados, assim, mostra-se os perigos da falta de responsabilidade aduaneira. Para tanto, os governos federais devem monitorar as divisas de livre comércio do seu país e, então, diminuir os danos de um comércio tão significativo.

Outrossim, segundo o ex-líder político Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Em vista disso, a necessidade de educar os cidadãos sobre assuntos de economia e, principalmente, o funcionamento e impactos dos blocos econômicos é imprescindível. Ademais, o povo é inexperiente na hora de comprar ou vender produtos fora do seu país, a falta de conhecimentos sobre o câmbio, por exemplo, resulta em desentendimentos e é motivo para a população não utilizar o livre comércio.

Dessarte, são necessárias medidas precisas e detalhadas para se solucionar o empasse. Em primeiro lugar, cabe aos governos federais implementarem fiscalizações nas divisas de livre circulação, tal ação seria provida com o auxílio dos exércitos de cada nação, garantido, afinal, o bloqueio de drogas ilícitas ou mercadorias roubadas. Associado a isso, o Ministério de Educação de cada país deve ensinar sobre os blocos econômicos e seus impactos. Com uma melhoria no currículo dos estudantes para incrementar a disciplina de “economia” os cidadãos aprenderiam sobre o assunto em questão. Finalmente, a Constituição de 1988 seria efetivada para todos e os impactos positivos dos blocos econômicos melhorariam os comércios dos seus integrantes.