O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.
Enviada em 04/01/2021
Compreende-se que, com a globalização, países tem estreitado as relações comerciais cada vez mais, a partir do uso da alta tecnologia. Uma evidência dessa união é a criação dos blocos econômicos, que são conjunto de países que compartilham um acordo intergovernamental. Os blocos, apesar de trazerem uma parceria comercial entre seus participantes, também podem trazer alguns pontos negativos, como a falta de liberdades dos países inclusos e o protecionismo exacerbado.
Primordialmente, é preciso considerar que os blocos econômicos, muitas vezes, participam de decisões além das comercias, o que faz com que muitos países fiquem insatisfeitos. Como exemplo, pode-se notar o Brexit, que é a saída do Reino Unido do bloco União Européia. Esse movimento foi impulsionado, em especial, pela atitude semelhante ao autoritatismo que o bloco tomava em relação ao país, como é possível observar em relatos do documentário “Brexit”.
Em segundo plano, é possível notar consquências acerca do protecionismo exacerbado. O Brasil, por fazer parte do Mercosul, não pode importar produtos e fortalecer relações comerciais com outros países, além de ser necessário pagar uma grande quantia. Sendo assim, movimenta-se o famoso mercado piratada, no qual produtos são importados de outros países, como a China, de modo que a população possa ter acesso. Ainda, essa proteção faz com que o Brasil não possa exportar para outros países, enfraquecendo sua economia nacional.
Diante do exposto, faz-se mister que o Banco Mundial alerte os países acerca de até onde uma economia é saudável para seu país. Assim, por meio de orientação de profissionais, indicados pelo Banco, para os países pertecentes de blocos, o protecionismo exagerado poderia acabar, fazendo com que a economia dos países avançasse cada vez mais. Desse modo, os impactos negativos de ser pertencente a um bloco econômico seriam minimizados, e os impactos positivos, favorecidos.