O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 24/03/2020
Com a popularidade do mundo virtual, muitas plataformas adquiriram destaque entre os jovens, como Instagram e YouTube. Dessa forma, surgiram nesses meios os influenciadores que geram impacto na formação dos jovens. Assim, com o advento desse novo mundo, a sociedade jovial adquiriu uma mova fonte para beber, o que proporciona novas formas de aprender e de impulsionar o mercado.
A priori, os influenciadores educacionais proporcionaram novas formas de ensinar e de adquirir novo público. Nesse sentido, Pierre Lévy, filósofo francês, argumenta que o real é impulsionado pelo real, o que gera novas formas de visualizar e de agir em certas ocasiões. Assim, a educação pode ser aprimorada com o mundo virtual, abrangendo um novo público e ensinando de novas formas, além de torna mais visual as matérias como química, física e outras, por meio de experimentos e criações. Exemplo disso é são os influenciadores Iberê, do manual do mundo, que ensina a criar e utilizar a ciência no dia-a-dia e outro educador é o Átila, do nerdologia, que mostra aplicação científicas em heróis e nos poderes poderes, despertando a curiosidade jovial em aprender. Portanto, é preciso investir nesses aspectos, o que permitirá impactos positivos nos jovens e novas formas de aprendizado.
A posteriori, os influenciadores impulsionam o mercado capitalista. Nesse aspecto, Milton Santos, geógrafo brasileiro, argumenta que para fomentar a economia no novo modelo mundial de globalização é necessário a colaboração entre empresas e os meios de comunicação, como a internet. Desse modo, a utilização de pessoas com um alto nível de seguidores em mídia social permite que marcas e lojas sejam conhecidas por um novo público, em principal jovens como os adolescentes, no qual irão comprar os produtos e alimentar esse ciclo do mercado. Exemplo disso são os diversos jogadores de futebol, como Messi, que realizam propagandas da Nike e Adidas, impulsionando aqueles que os admiram a comprar um igual aos que eles utilizam. Logo, a colaboração entre o mercado e os influenciadores é fundamental para o crescimento econômico nesse novo mundo da globalização.
Portanto, o Ministério da Economia (ME), em parceria com o Youtube, deve investir em educação virtual, como o Youtube Edu, por meio de colaborações entre o governo e educadores virtuais, proporcionando aprendizagem de qualidade as pessoas sem acesso e produzindo um maior suporte aos jovens, para que assim haja um impacto positivo na sociedade, para assim, gerar uma base mais concreta na educação. Ademais, o ME deve criar ações, como palestras e eventos, por meio de dados que mostrem como o mercado beneficia-se dos influenciadores, exibindo como empresas como Nike e Adidas adquirem um maior lucro com a utilização dessas pessoas, para que assim empresas nacionais e pequenas possam gerar mais capital e crescer dentro do mercado nacional.