O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 13/05/2020
Os influenciadores digitais tornaram-se um dos pilares no quesito marketing por conta da sua enorme influência em jovens e até mesmo certa proximidade pessoal com os espectadores. Porém, essa influência deve ser controlada principalmente pelos pais, pois, ao mesmo tempo que trazem coisas positivas como a crescente venda de livros, acabam dando maus exemplos aos jovens.
A partir de 2015, muitos influenciadores lançaram autobiografias com o intuito de compartilhar mais sobre suas histórias. Essa prática além de benéfica, por trazer uma nova leva de leitores, acabou sendo muito lucrativa, arrecadando cerca de 26,6 milhões no ano de 2016, aliviando a crise do mercado, segundo a Folha de São Paulo. Esse sucesso todo está diretamente relacionado à boa influência e popularidade dos “influencers” escritores desses livros.
Porém, em alguns casos, a influência deles acabam sendo negativa, como, por exemplo, durante o período de quarentena do COVID-19, a influenciadora Gabriela Pugliesi, famosa principalmente no “Instagram”, acabou realizando uma festa e quebrando o isolamento social. Este caso repercutiu e a influenciadora duramente criticada, chegando ao ponto de perder diversas parcerias e contratos. Essa situação mostra que nem toda influência vindo dos gigantes da internet é positiva, podendo ter casos como esse que acabam destruindo a imagem dos mesmos e dando um mau exemplo aos jovens em geral.
Em suma, para garantir que as influências que atingem os jovens sejam filtradas, o governo deve convencer os pais de ter um certo controle no que os seus filhos assistem ou seguem nas redes sociais através de propagandas televisas e palestras gratuitas sobre o assunto que podem ser transmitidas ao vivo nas emissoras. Com isso, o jovem terá uma formação protegida de más influências, sendo censurando elas naturalmente, ou por meio do diálogo, ser convencido que aquilo não é um exemplo que deve ser seguido.