O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 17/05/2020

Com o avanço tecnológico e o surgimento na internet, várias plataformas foram a surgir, em 2005 o YouTube foi criado, com o intuito de permitir o compartilhamento de vídeos. Com isso vários influenciadores foram surgindo, atualmente todos que possuem um celular já vem com o aplicativo “YouTube” instalado, sendo assim influenciadores já possuem milhões de seguidores, impactando assim na vida de muitas crianças e jovens.

Com o grande número de acesso e o poder de influenciar que eles tem, viram a oportunidade de investir nessas pessoas para que o produto seja divulgado, e algumas celebridades não testam o produto, apenas divulgam, sem ter a real garantia do funcionamento do produto. E com isso muitas pessoas, principalmente menores de idades acabam a comprar, e em algumas situações muitas dessas empresas tem o objetivo de enganar o consumidor com produtos de péssima qualidade sem garantia. Devido isso, os pais devem orientar os filhos para não se tornarem alvos fáceis.

Existe também casos de atitudes preconceituosas de “youtubers”, que podem contribuir para a construção do caráter do jovem sob alicerces frágeis. Exemplo disso é Júlio Cocielo, cujas piadas foram consideradas racistas e repercutiram negativamente na mídia. Comportamentos como esse são inaceitáveis, pois reforçam estereótipos e distorcem a visão de mundo dos jovens, confirmando a ideia de Adorno, que a cultura de massa não apenas nos torna menos inteligentes, mas também incapazes de agir moralmente.

E percetível que os influenciadores digitais possuem grande poder de persuadir e inspirar o comportamento dos jovens. Com isso, cabe aos pais e familiares verificarem o conteúdo dos vídeos assistidos nas plataformas online e alertar os filhos sobre a manipulação que existe na mídia para transformar a arte em mercadoria e estimular o consumo por meio da alienação das massas. E com essas medidas o poder de influenciar a mentalidade e opinião dos jovens diminuirá, fazendo os menores de idades tenham a capacidade de fazer escolhas e julgamentos.