O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 19/05/2020
Com a disseminação da internet em todo o mundo e com o acesso facilitado via smartphone, é cada vez mais comum os jovens ficarem horas e horas “mergulhados” no mundo digital. Por conta disso, muitos adolescentes e até crianças usam o mundo online para compartilhar com outras pessoas suas opiniões, talentos e sonhos. Essa realidade levou ao surgimento de uma nova profissão: os influenciadores digitais. Porém, existem malefícios como: estimulação de má alimentação e o consumismo exagerado.
De acordo com um estudo publicado recentemente na revista científica Pediatrics, pesquisadores afirmam: influenciadores digitais que apresentam conteúdo alimentar rico em açúcar e gordura estimulam a mesma prática na audiência infantil e adolescência. Isso significa que essas pessoas contribuem para a má alimentação e para a obesidade, já que esses alimentos são altamente calóricos. A equipe ainda descobriu que essa “imitação comportamental” não tem o mesmo efeito quando o influenciador compartilha uma alimentação mais saudável, rica em frutas e verduras, por exemplo.
Segundo o filósofo George Orwell “A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa”. Jovens não querem saber de jornais, cinemas ou programas de TV. As redes sociais os dominam e os influenciadores digitais contribuem para isso. Procuram trazer novas marcas e elementos capazes de direcionar e controlar uma pessoa a comprar.
Portanto, com os dados mencionados, conclui-se que o Estado deve orientar os pais, por meio da mídia, para que seus filhos não sejam tão influenciados ao ponto de serem prejudicados. Devem orientar também para que procurem influenciadores que tenham como foco a escola e os estudos. Assim, haverá uma significativa mudança no percentual de jovens atingidos de forma maléfica por esses e pela mídia.