O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 19/05/2020

No ano de 1969, surgiu nos Estados Unidos a Arpanet, que tinha como função de interligar laboratórios de pesquisa. Com o tempo, essa tecnologia evoluiu até se tornar a internet na década de 90, e com o aprimoramento dessa, surgiu em 1995 a primeira rede social do mundo. Ademais, com a popularização das redes sociais começou a se popularizar a profissão dos influenciadores digitais, pessoas que trabalham com redes sociais através de marketing e formando opiniões. Todavia, essa causa impactos na formação dos jovens, tais como a alienação digital e o incentivo ao consumismo.

Durante a primeira metade do século XX, surgiu na Alemanha um regime autoritário chamado de nazismo, no qual a alienação era bastante presente para convencer a população a apoiar o movimento e ignorar as atrocidades do mesmo. Similar a isso, com a popularização dos influenciadores digitais, se tornou cada vez mais comum a alienação de jovens para que esses sigam uma certa ideologia. Prova disso é afirmação do jornalista Abelanito Junior em uma matéria publicada sobre esse assunto: “Invés de se informar sobre os assuntos, a maioria apenas replica as opiniões, sem ao menos ter ideia se ela tem ou não algum fundamento no que está sendo discutido”.

Ademais, durante o período pós primeira guerra mundial, surgiu nos Estados Unidos uma corrente de pensamentos chamada “American Way of Life”, que tinha como principal característica um grande incentivo ao consumismo. Dessa forma, essa ainda é muito presente, principalmente com relação aos influenciadores que, graças a sua popularidade e alcance, são patrocinados por grandes empresas para que esses façam propaganda de produtos. Entretanto essas propagandas quando em excesso promovem com intensidade o consumismo, cansando impacto principalmente entre os jovens.

Destarte, cabe ao Governo Federal, por intermédio do Ministério da Educação, promover debates  mensais, televisionados e promovidos por meio das redes sociais entre opiniões opostas sobre os principais assuntos comentados na internet, para que seja mais difícil a alienação sobre esses. Ademais, cabe ao mesmo agente, por meio do Ministério da Economia, exercer limites na quantidade de produtos a serem promovidos pelos influenciadores digitais para 4 por mês, através de uma Proposta de Lei que torne isso possível, com o intuito de diminuir o incentivo ao consumismo no País.