O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 30/05/2020
No cenário atual, o filme “Internet”, conta a história de uma convenção de influenciadores digitais, aonde os personagens entram em vários conflitos uma vez que todos estão buscando fama a qualquer preço, o que acaba refletindo em seus fãs. Dessa forma, a questão do impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens é um dos pontos mais discutidos da sociedade atual. No entanto, observa-se que essa questão tem ocorrido devido à irresponsabilidade da mídia e pela negligência da população.
Primeiramente, deve-se analisar a situação da leviandade dos meios de comunicação como um dos causadores da adversidade. Desse modo, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 64% dos jovens de 18 a 34 anos já usaram criadores de conteúdo como uma fonte para comprar algum tipo de produto. Desse maneira, a mínima atenção dos suportes de propaganda ocorre pela ausência de interesse no imbróglio, pois não há uma preocupação com o que está sendo transmitido ao jovem, porque atualmente as grandes redes televisivas pensam apenas no lucro que vão receber com este influenciador, não pensando se o conteúdo que ele disseminar poderá trazer algum risco para o telespectador, podendo gerar um crescimento na questão.
Em segundo plano, é essencial aludir sobre à desatenção populacional como outro imortalizador do emblema. Por conseguinte, segundo o digital influencer estadunidense Andrew Davis, “Um influenciador tem que se relacionar, relacionamento te dão confiança, e confiança traz renda”. Destarte, o desleixo da sociedade é provocada por não existir uma preocupação por parte dos indivíduos, tratando essa malignidade como algo secundário, não vendo que pode ser prejudicial para pessoa que estiver constantemente entretida com este tipo de divertimento, acarretando um aumento do problema.
Portanto, a continuidade da questão do imposto dos influenciadores digitais na formação dos jovens é gerada pela irresponsabilidade da mídia e pela negligência da população. Diante disso, a Secretária de Comunicação da Presidência da República, que cuida da autorregulação das redes sociais no país, juntamente com as redes de televisão, incubida de compartilhar as informações, devem produzir comerciais falando sobre como as pessoas podem dividir seu tempo entre atividades e as redes sociais, com a participação de psiquiatras, com o intuito de melhorar essa situação.Para mais,o Governo Federal,responsável pelos interesses da administração nacional,em parceria com as instituições de ensino,que tem a função de disseminar o saber,devem promover palestras sobre como as redes sociais podem ser prejudiciais,por intermédio de explicações sobre como detectar um conteúdo que seja relevante para vida de todos,com o apoio de psicólogos,com o objetivo de diminuir essa adversidade.