O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 07/07/2020

O podcast “Fala, Maju”, da brasileira Maria Júlia, evidencia um episódio denominado “Influenciador versus seguidor”, em que é retratado a relação entre ambos. Não obstante, Maria Júlia especifica como os influenciadores tem o poder de engajar milhares de seguidores através de suas personalidades. Contudo, a falta de responsabilidade nos conteúdos impactam a formação dos jovens e a letargia do Poder Público condiciona o mal estar.

Primeiramente, os influenciadores se comunicam com a sociedade por meio de canais de comunicação, como: o YouTube e o Instagram. Por conseguinte, alguns perfis ignoram a responsabilidade por trás do engajamento e, consequentemente, condiciona a sociedade correr riscos. Atrelado a isso, o perfil do médico Lucas Fustinoni, no YouTube, explica como algumas dicas dermatológicas indicadas por influenciadores podem causar riscos à saúde da população, pois a maioria dos criadores não tem capacitação, isso demonstra que a falta de responsabilidade pode causar sérios riscos aos consumidores de conteúdo.

Nesse contexto, o Poder Público segue em repouso quando ignora a relevância da problemática. Dessa forma, é notório que mais conteúdos danosos serão produzidos, caso a situação de inércia prevaleça. Logo, é mister ressaltar o pensamento aristotélico sobre o bem comum, em que o filósofo declara que para obtê-lo é necessário que as ações beneficiem toda a sociedade, isso só será possível com a responsabilidade dos influenciadores.

Portanto, medidas governamentais devem ser efetivadas. A Campanha “Engajamento para o bem” poderia ser consolidada, com o auxílio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, com propagandas que informe os riscos atrelados a um conteúdo não capacitado com mensagens, como: “Influenciador, seja cauteloso”, isso exaltaria a importância da responsabilidade no meio digital e, assim, fortaleceria a relação influenciador versus seguidor.