O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 10/07/2020
Steve Cutts, em seu curta-metragem “Happiness”, retrata de forma caricata uma sociedade alienada e movida pela mídia. Fora da ficção, esse controle ocorre nas redes sociais, por meio de figuras públicas. Dessa forma, percebe-se o impacto negativo que influenciadores tem na formação dos jovens, como o consumismo e a validação do uso excessivo da tecnologia.
Primeiramente, como uma das consequências dessa influência, se encontra o consumo exagerado de produtos e/ou serviços. Tal ato surgiu juntamente com a 4ª Revolução Industrial, conhecida por facilitar a obtenção do conhecimento. Porém, os “Digitais Influencers” utilizam desse fácil acesso para salientar a necessidade de algo novo a todo momento, prática que é prejudicial por se tratar de uma obsessão, o Neofilismo.
Em segundo lugar, verifica-se a reafirmação da internet como meio indispensável. Certamente, as tecnologias estão se tornando parte do cotidiano das pessoas, contudo, o uso excessivo pode provocar dependência e causar síndromes, como a Nomofobia, diretamente relacionada ao telefone celular. Assim, tal prática se torna extremamente nociva à saúde psicológica dos jovens, sendo fonte de possíveis crises de ansiedade e insegurança.
Portanto, propõe-se que, ONGs ligadas as redes sociais realizem campanhas com intuito de informar sobre as estratégias comerciais utilizadas em postagens. Mais precisamente, dar enfoque à não necessidade de adquirir produtos sem precisão. Pode ser realizada por meio de veículos informativos, a fim de, não apenas minimizar os impactos dos influenciadores, mas também, instruir sobre o consumo responsável.