O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 28/07/2020
Com o melhoramento dos aparelhos digitais, a exemplo de “smartphones” e “tablets”, as empresas de “marketing” ampliaram seus métodos de indução ao consumo, visto que, com a modernização do acesso às propagandas, facilitou a disseminação dos conteúdos a serem adquiridos pela sociedade. Com isso, as marcas de diversos produtos, desde “Adidas” até “Chevrolet”, fazem contrato com os chamados “digital influencers”, esses que expõem conteúdos dos mais diversos, para apresentarem os benefícios de adquirir suas marcas. Diante desse cenário, é importante avaliar como os consumidores são influenciados pelos criadores de conteúdo digital e como combater o uso exacerbado advindo disso.
Em primeiro lugar, ao navegar em “apps”, como o Instagram, é notável a presença de propagandas indutivas ao consumo, promovidas, muitas vezes, pelos influenciadores digitais, esses que possuem, na maioria dos casos, mais de mil seguidores. A partir disso, essas milhares de pessoas, as quais são , em sua maioria, jovens que simpatizam com o seguido, se influenciam com os conteúdos postados por eles e consomem os produtos. Diante disso, a sociedade fica cada vez mais consumista e começa a supervalorizar os objetos adquiridos.
Consoante ao exposto, consumir os materiais de forma exagerada contribui com o agravo de um grande problema ambiental: o excesso de lixo, favorecendo a poluição do país. Além disso, a obtenção de exageros faz com que o consumismo ultrapasse gerações, ou seja, afeta as crianças, pois imitam seus pais. Isso baseia-se no pensamento Aristotélico, pois, de acordo com sua mímese, o ser humano tem mais capacidade de aprender imitando seu semelhante, ou seja, a figura de seus pais. À vista disso, fica evidente a necessidade da melhora do pensamento humano quanto ao consumo.
Em suma, é notório que haja uma neutralização da aquisição de bens demasiados. Para tanto, o Governo Federal deve lançar projetos de conscientização popular, por meio de palestras e campanhas publicitárias - essas que serão expostas as gravidades das altas aquisições- a fim de que diminua a persuasão dos “digital influencers” e assim diminua o consumismo por eles instruídos.