O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 04/08/2020

No filme norte americano “The farce” é retratada a historia de Jey Patell, uma jovem adolescente que dispõe um prolema de anorexia. Na narrativa, a jovem, insatisfeita com o seu corpo, passa a parodiar dietas produzidas por grandes influenciadoras digitais, o que ampliou ainda mais a sua instabilidade física e emocional. De maneira análoga, hodiernamente, os influenciadores exercem severos impactos na formação dos jovens, em virtude do má representação midiática e falta de instrução familiar. Com efeito, evidencia-se a necessidade da solução desse problema para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Convém ressaltar, a princípio, que o mal uso das mídias sociais é um fator determinante para a persistência do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, “As redes sociais são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha.” Nessa perspectiva,  os avanços tecnológicos não trouxeram apenas avanços para a sociedade. Visto isso, evidencia-se a necessidade de banir perfis que usufruem das redes sociais para a propagação de temas indevidos.

Ademais, é valido salientar que a falta de instruções familiares atoam como impulsionador do problema. De acordo com o IBGE, cerca de 24,3 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 9 e 17 anos, são usuários de internet no Brasil. Posto isso, seria racional a orientação familiar sobre o que não acompanhar na internet, rompendo, assim, com a audiência de perfis inadequados.

Portanto, para que o impacto dos influenciadores digitais na vida dos jovens passe a não ser mais um problema, medidas precisam ser tomadas. Faz-se necessário, pois, que o governo estadual, em parceria com secretaria de educação, promovam, nas escolas e em locais de grandes circulações, palestras orientativas, com o fito orientar os jovens sobre quais tipos de influenciadores devemos seguir. Assim, talvez, os resultados de um futuro ideal possa ser alcançado.