O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 06/09/2020
O adjunto da"Nanofama", a era dos “instagramemrs” e “youtuberbrs”, fomentam um consumo negativo nas plataformas midiáticas, uma vez que os jovens a consumirem conteúdos vendidos pelos digitais “influences” acabam moldados por um estereótipo padronizado nocivo para formação educacional dos jovens. Dessa forma, é necessário a avaliação da forma como é imposta os temas dos blogueiros(as) sob ás pessoas.
Em primeira análise, é de pauta discutível as ações dos criadores ante a formação educacional da geração “alpha”. No panorama da cultura de massa da Escola de Frankfurt, a ilusão estabelecida pela classe dominante corrobora com o conformismo, ao mero divertimento, e não a reflexão crítica a realidade. Perante esse viés, a pratica dos influenciadores se equivalem a das classes dominantes mostrado pela cultura de massa, os instigando ao consumismo de conteúdos que levam a alienação, como os estereótipos da beleza, fama , logo, a moldagem inserida inconscientemente por meio da ilusão de uma vida “fácil”, faz-se a criação de uma formação degradante.
Outrossim, os conteúdos nocivos apresentados pelos “influences” pelas plataformas midiáticas, Instagram e YouTube, são percursores da persuasão como, mostra a pesquisa feita pela Youpix, na qual mostra que 64% dos jovens de18 a 34 anos já usaram influenciadores como fonte para conhecer produtos ou marcas, logo, contribuindo para o consumismo em massa,impróprio, e não a conteúdos instrutivos.
Urge, portanto, a importância de mitigar a influência horneiramente negativa dos criadores de conteúdo. Para isso, cabe ao Governo Federal, em parceria com empresas de redes sociais, remoldar a exibição de temas que sejam desconstrutivos para formação educacional juvenil, para que as publicações que sejam incorporadas nas redes sociais possuam temas didáticos, afim de instigar os jovens a reflexões construtivas,. Assim, desconfigurando estereótipos enraizados na geração “alpha”.