O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 07/09/2020

Em 1969, a internet foi criada com o objetivo de unir laboratórios de pesquisa. Porém, com passar do tempo foi sofrendo mudanças, e hoje é utilizada de diversas formas, uma delas é o uso para as redes sociais, em que possuem influenciadores digitais que produzem conteúdos, assistidos principalmente pelos jovens. Entretanto, problemas vêm surgindo com essa utilização, pelo fato dos indivíduos usarem a rede de forma demasiada e acharem que a vida mostrada é totalmente real.

De início, é importante ressaltar que atualmente muitos indivíduos usam a internet. De acordo com a pesquisa Tic Kids, 85% dos jovens brasileiros fazem utilização da rede. Todavia, existem muitos que fazem o uso inadequado, pois destinam muito tempo para essa atividade, deixando de viver a própria vida para apreciar a de outra pessoa. Esse fato acaba atrapalhando outros setores da realidade do jovem, como : a escola, o relacionamento com a família e amigos, entre outros grupos sociais.

Em virtude dos fatos relatados,os influenciadores,geralmente,postam apenas questões boas da vida,fazendo com que a pessoa que acompanhe ache que aquela é a realidade vivida,em que tudo está perfeito,levando o jovem acreditar que só ele passa por problemas.Segundo Renata Dias,psicóloga,o tempo destinado para as redes sociais é aquele que não vai interferir na qualidade de vida.Contudo,isso não é praticado por muitos,em razão dos jovens consumirem tanto de uma vivência ilusória,que começam achar impasses na própria existência,desenvolvendo problemas psicológicos,que é o caso da ansiedade e da depressão.

Portanto, para amenizar esses problemas, cabe às escolas fazerem palestras para os responsáveis dos jovens, mostrando como as redes sociais podem prejudicar a vida deles e como é importante fazer um uso adequado, para assim esses interferirem na utilização dos indivíduos e eles usarem de forma moderada. Já para as pessoas que desenvolveram algum tipo de problema psicológico por causa da internet, o Ministério da Saúde deve fazer programas especializados para elas, com profissionais realizando todos os tratamentos necessários, para que superem essas barreiras.