O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 13/09/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à liberdade de escolha e ao bem-estar social. Conquanto, o País se afasta dessa realidade ao analisar os impactos dos influenciadores digitais na formação dos jovens impossibilitando que parte do grupo afetado desfrute desse direito universal na prática. Nesse sentido, subterfúgios seja encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
Precipuamente, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hordienamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Entretanto, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na formação de uma sociedade consumista. Segundo uma pesquisa feita pela Youpix, 48% dos jovens já fizeram alguma compra levando em consideração as dicas e impressões compartilhadas pelos criadores de conteúdo. Logo, os indivíduos são formados para atender os interesses do mercado, fazendo compras apenas pelo fato de um famoso estar utilizando o produto e não pela qualidade, sendo assim uma compra alienada.
Faz-se mister, ainda, salientar a facilidade dos jovens serem facilmente manipulados como impulsionados do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característa da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, a perda das suas personalidades justifica a busca incessante de seguir os esteriótipos propostos pelos “influencers”, isso também ocorria na Escola de Frankfurt do qual as pessoas eram controladas pela “industria cultural”, desenvolvida pelos meios de comunicação de massa. Logo, medidas devem ser tomadas para que essa situação seja solucionada.
Fica evidente, portanto, que algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, cabe o Ministério da Educação e o Ministério da Economia, promover palestras que conscientizem, por meio de profissionais especializados, realizar cursos financeiros gratuitos, por intermédio da internet. Nesse sentido o fito de tal ação é mostrar aos jovens a importância de possuir uma identidade individual e o poder de administrar melhor seu dinehiro, usando apenas com o necessário. Somente assim, esse problema será, gradativamente erradicado, pois, conforme Gabriel O Pensador, “na mudança do presente a gente molda o futuro”.