O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 19/09/2020

Sabe-se que os jovens já não querem mais saber de jornais, cinemas ou programas de TV. As redes sociais os dominam. E os influenciadores digitais contribuem para isso. Quando percorremos as atualizações do nosso feed, automaticamente vamos sendo influenciados por tudo o que lá é visto, desde fotos de amigos próximos a famosos e tudo o que há de novidade em moda, bem-estar, estilo de vida e demais tendências.

Sabendo da força dos influenciadores digitais, as empresas estão investindo nessas celebridades para divulgar seus produtos, devido ao grande alcance de público e na capacidade que eles têm de moldar comportamentos, já que conseguem se aproximar dos seguidores de uma forma natural e que desperta vontade de acompanhar as tendências de moda e estilo de vida. Isso se evidencia pela quantidade de publicidade que esses famosos fazem.

Além disso, num mundo cada vez mais capitalista e competitivo, o sistema nos empurra para valorizarmos bastante o aspecto material. Os meios de comunicação em massa estimulam absurdamente o consumo, com imagens e propagandas a cada segundo. Os valores estão sendo invertidos, e “ter” tem cada vez mais sido prioridade para a população do que “ser”. Logo, a sociedade se torna mais consumista e, assim gera um desperdício maior daquilo que não está sendo usado.

Portanto, para não trazer prejuízos para a formação dos jovens, em virtude da influência dos famosos cabe aos pais e familiares verificarem o conteúdo acessado nas plataformas onlines e alertar os filhos sobre a manipulação que existe na mídia. Os pais devem orientar os filhos para não se tornarem alvos fáceis dessa estratégia de marketing, que muitas vezes, deixam a ética de lado em nome do estímulo ao consumo. Espera-se com isso desenvolver nos jovens uma inteligência emocional que permita fazer escolhas e julgamentos criteriosos, afastados da “indústria cultural” criada pelos influenciadores.

no entanto, os pais devem orientar os filhos para não se tornarem alvos fáceis dessa estratégia de marketing, que muitas vezes, deixam a ética de lado em nome do estímulo ao consumo.