O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 19/09/2020

Cidadania – uma palavra usada com frequência, mas que poucos entendem o que significa – quer dizer, em essência, a garantia por lei de viver dignamente. No Brasil, a falta de dignidade pode ser notada quando o assunto é o poder dos influenciadores digitais sobre os jovens, pois o cidadão é impedido de usufruir dos seus direitos. Nessa perspectiva, seja pela persuasão dos influencers na população, seja pela ignorância da população, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

A priori, é válido reconhecer como o poder de convencimento dos influenciadores nas redes sociais limita a cidadania do indivíduo, uma vez que esta significa, na prática, viver com dignidade. No Livro Cidadão de papel, Gilberto Dimenstein afirma que - apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o país - o Brasil ainda é negligente quando o assunto é essa influência voltada, principalmente, para o público juvenil impactando em sua formação, por isso a cidadania ainda não saiu do papel. Logo, é substancial a mudança desse quadro.

Ademais, é preciso atentar que uma das causas que corrobora para o problema é a falta de informação da pessoa(tópico frasal- argumento 1). Segundo Gilberto Dimenstein, jornalista e criador do portal Catraca Livre, o grande mal do cidadão é a banalização do olhar, é não enxergar as mazelas sociais como o impactos dos influencers de mídias, na formação de pensamento da população. Nesse sentido, é necessário que medidas imediatas sejam tomadas para que a sociedade de modo geral possa usufruir de seus direitos.

É notório, portanto, que medidas devem ser tomadas para resolver o entrave. Desse modo, o governo deve conscientizar a população a cerca da importância de suas próprias escolhas, por meio de posts nas redes sociais. A fim de gerar uma população menos alienada. Dessa forma, obervar-se-a um Brasil com mais cidadania.