O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 21/09/2020

De fato, o âmbito que engloba o marketing e as propagandas está incluído num novo panorama. A época em que as propagandas se resumiam simplesmente em páginas, pode ser designada como parte do pretérito. Contemporaneamente, para que o indivíduo fique por dentro das modernidades que giram o planeta Terra, precisa-se apenas de um influenciador digital. Tendo isso em vista, tem-se em mente que foi a solução mais factível que o mercado desbravou para mediar e construir os pensamentos, comportamentos e ações das pessoas sem que elas percebam. Notabilizando o ano passado, o Instagram marcou 12,9 milhões de “post’s” de influenciadores patrocinados por marcas afamadas. Inclusive, tudo indica que este aludido número deve dobrar em tempos futuros, culminando num mercado de altíssimo valor. Por conseguinte, o almejo de ser um “influencer” tornou-se mais intenso na vida de inúmeros jovens e adultos. Uma vida magistral, na qual se ganha dos patrocínios, desde produtos de beleza, roupas e acessórios - até viagens e experiências – todas essas coisas, sem considerar o retorno financeiro e a fama nas redes sociais. Porém, quando um indivíduo se torna um influenciador digital, o mesmo deve obter a noção do peso da influência que esses profissionais carregam mediante a sociedade em geral; da responsabilidade de suas ações e atitudes; das alterações na vida do trabalhador e de seus seguidores. Todos os itens supracitados devem ser questionados antes e durante o trabalho d’um influenciador digital, para que a pessoa tenha a consciência da responsabilidade que o profissional necessita e dos tópicos que ele precisa aprimorar para que seu trabalho evolua de forma paulatina. Além disso, os influenciadores propagam a impressão de uma exímia vida, onde se tem uma acessibilidade a todos os mais exclusivos produtos do mercado. Viabiliza-se uma espécie de ilusão onde o “ter” vale mais que o “ser”. Se aprofundando nesta dicotomia, pode-se dizer que na filosofia do “ter”, são notabilizados esses raciocínios superficiais que englobam dinheiro, fama, status social e bens materiais. Dessarte, torna-se necessário notificar a todos os influenciadores para que estes possam articular ao respectivo trabalho, a responsabilidade e o dever de emerger um objetivo instigando o lado benigno do ser humano, outorgando, de certa forma, a evolução da sociedade, usufruindo de sua influência para propagar o bem, em vez de só se restringir ao pensamento de empanturrar a conta bancária. Isto pode ser acarretado a partir da decisão racional de produtos e marcas, enaltecendo tópicos cruciais em suas publicações ou mostrando estilos de vida repletos de bonança para quem os executam.