O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 19/09/2020

Com um único clique da Internet, já conhecemos milhares de notícias de todo o mundo, e a influência digital de hoje é a chave para a participação do público. Pode-se ver que muitos deles são mais influentes do que apresentadores de TV ou outros meios que podem transmitir informações claras.

Em primeiro os jovens não querem mais aprender sobre jornais, cinemas ou programas de TV. As redes sociais os dominam. Os influenciadores digitais contribuíram para isso. Segundo o filósofo George Orwell, eles buscam apresentar novas marcas e elementos que possam orientar e controlar as compras ou desejos das pessoas: “O público mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla o público.” Um fator que explica isso é a parceria.

Além disso, vale mencionar o preconceito dos “youtubers”, que podem ajudar a moldar o caráter dos jovens de forma frágil. Um exemplo é Júlio Cocielo, cujas piadas são consideradas racistas e têm impacto negativo na mídia. Comportamentos como esses são inaceitáveis ​​porque reforçam estereótipos e distorcem a visão de mundo dos jovens, confirmando assim a visão de Adorno de que a cultura popular não apenas nos torna menos inteligentes, mas também imorais.

Portanto, os influenciadores digitais têm o direito de persuadir e motivar os jovens brasileiros a agir. Portanto, cabe aos pais e familiares verificar o conteúdo dos vídeos assistidos nas plataformas online e relembrar os filhos sobre os métodos de manipulação da mídia para transformar obras de arte em commodities e estimular o consumo por meio da evacuação do público. A responsabilidade é dos pais. responsabilidade. Espera-se que isso desenvolva uma inteligência emocional entre os jovens, permitindo que façam escolhas e julgamentos sábios e fiquem longe da “indústria cultural”.