O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 30/09/2020

Nessa nova era contemporânea, o mundo digital vem influenciando cada vez mais os jovens, seja para comprar um produto, ouvir estilos musicais diferentes ou assistir um seriado novo. Bem como, essa realidade é mostrada no documentário “O Dilema das redes”, que retrata como os famosos e as mídias sociais influenciam tanto o jovem como o adulto. Em virtude disto, a grande influencia das mídias e dos “influencers” vem causado um impacto na formação dos jovens como, o atrasado de afazeres domésticos e escolares, vício pelas mídias sociais e o compartilhamento das “Fake-news”.

Embora os “influencers” e as mídias sociais trazem consigo boas qualidade como, entretenimento, notícias e conhecimento de mundo, por outro lado, trazem consigo péssimas qualidade como, o vício, acarretando na procrastinação dos afazeres domésticos e escolares, além de, um padrão cultural e econômico fixo, mostrando que, para ser feliz precisa ter bens materiais e uma beleza padronizada pelo senso comum, impactando na formação dos jovens, podendo causar problemas psicológicos e familiares.

Não só o vício mas também, o compartilhamento das “fake-news” é um problema enfrentando nas mídias sociais, influenciando a formação dos jovens, como mostra uma pesquisa feita no documentário “O Dilema das redes” onde o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), diz que uma “Fake-News” se espalha 70% mais rápida que uma notícia verdadeira. Portanto, a falsa notícia tem um grande impacto no nosso cotidiano, podendo causar problemas aos jovens como suicídio ao ver uma notícia falsa, atitudes ilegais como uso de drogas, roubos e brigas e também a ilusão da realidade por se comparar com uma pessoa ou coisa, se colocando como inferior.

Portanto, a mídia social junto com os influenciadores chamados de “influencers” tem um grande impacto na formação dos jovens, como retratado. Logo, para harmonizar os impactos negativos dos influenciadores digitais, os pais, juntos com as escolas e as empresas das mídias sociais, devem, por meio de conversas, banners, aplicativos e terapias, orientar os usuários a como se portar diante das redes sociais, ensinando-os a procurar fontes confiáveis, estipulando horários de uso e impedindo conteúdos explícitos, afim de diminuir os impactos dos influenciadores na formação dos jovens na era digital.