O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 25/11/2020
Em 1969, o advento da internet trouxe diversas transformações, sobretudo em relação à meios de comunicação. Nesse sentido, contribuiu com uma nova forma de direcionamento da população: o surgimento dos influenciadores. Todavia, o aparecimento de uma nova profissão acarreta em novos impactos, principalmente na formação dos jovens. Portanto, faz-se necessário entender essa nova carreira e suas consequências para evitar transtornos maiores.
A priori, as propagandas servem como principal meio de manipular a sociedade, por exemplo, a sua utilização na ditadura militar, com objetivo de convencer a população de que aquele regime era algo positivo. Dessa maneira, no meio digital não é diferente, os influenciadores digitais (influenciadores), são pessoas que usam como plataformas online para compartilhar conteúdo e gerar um comportamento em quem acompanha seus canais. Assim, segundo pesquisa da Youpix, apenas 10% das pessoas com 18 a 34 anos não foram impactadas por influenciadores nas redes sociais. Logo, empresas tendem a cada vez mais adquirir esse serviço para anunciar seus produtos.
Outrossim, de acordo com a Cuponation, jovens de 17 a 25 anos usam o Instagram 1h30 por dia, em média. Nesse viés, os influenciadores estão presentes em uma grande parte da vida dos jovens e por sua vez, esses passam a gostar dos influenciadores e confiam no que dizem, então seu público se torna numeroso, leal e engajado. Por conseguinte, influenciadores que falam sobre corpo perfeito, por exemplo, podem afetar negativamente os adolescentes, que ainda estão em desenvolvimento e autoafirmação, como o desenvolvimento de doenças, como a bulimia, em busca do corpo perfeito. Destarte, como afirma o filósofo Jean-Poul Sartre, os intelectuais devem ser um papel ativo na sociedade, contribuindo para o uso de nossa consciência e escolhas de forma adequada.
Em suma, exortar reduzir os impactos dos influenciadores digitais na formação dos jovens. Desse modo, é mister que o Ministério da Educação em conjunto com as famílias, por meio da instituição escolar, mostrem aos estudantes a forma correta de utilizar como redes sociais, com palestras informativas, explicando seus malefícios se não usar de forma apropriada e aprendido a discernir quais assuntos seguir e que ir contribuir para suas evoluções, para que decresça a quantidade de horas gastas nesse tipo de rede e não sejam influenciados por maus conselhos a atos. Por conseguinte, será possível minimizar os efeitos negativos trazidos pela internet.