O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 18/10/2020

Influenciador digital - mais conhecido como influencer, é aquele que causa impacto em um grupo específico. Essa pessoa influencia centenas ou até mesmo centenas de milhares de pessoas todos os dias com seu estilo de vida, hábitos e opiniões. Portanto, é necessário analisar a influência dos influenciadores digitais na formação dos jovens.

Não há dúvida de que, como Steve Jobs disse, “A tecnologia está mudando o mundo”, então todos nós podemos ser afetados, seja a TV, as revistas ou os próprios influenciadores digitais.

Conhecendo o poder dos influenciadores digitais, as empresas estão investindo nessas celebridades para promover seus produtos devido à ampla influência do público e capacidade de moldar comportamentos, pois conseguem abordar os seguidores de forma natural e inspirar seus desejos, para assim, acompanhar as tendências da moda e do estilo de vida.

Além disso, vale mencionar a situação de preconceito dos “youtubers”, que pode ajudar a moldar o caráter dos jovens em fragilidade. Ricardo Regis é um exemplo, ele é um YouTuber e streamer, suas piadas são consideradas racistas e têm um impacto negativo na mídia. Comportamentos como esses são inaceitáveis ​​porque reforçam estereótipos e distorcem a visão de mundo dos jovens, confirmando assim a visão de Adorno de que a cultura popular não apenas nos torna menos inteligentes, mas também imorais.

Portanto, está claro que os influenciadores digitais têm o direito de persuadir e motivar os jovens brasileiros a agirem. Portanto, cabe aos responsáveis verificar o conteúdo dos vídeos assistidos nas plataformas online e lembrar aos filhos as manipulações da mídia para transformar obras de arte em mercadoria e estimular o consumo alienando o público, assim criando campanhas que ensinem e capacitem os jovens a desenvolverem o senso crítico, procurando a verdade. Espera-se que isso desenvolva uma inteligência emocional entre os jovens, permitindo-lhes fazer escolhas e julgamentos sábios e a ficar longe da “indústria cultural”.