O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 18/10/2020

Com o início da 3 Revolução Industrial, e sua posterior continuação que perdura até os dias atuais, a dinâmica do mundo mudou. Os celulares se fizeram cada vez mais presentes na vida das pessoas, e acabou sendo necessário para o mundo globalizado. Embora a tecnologia tenha trago benesses, elas são temporárias e possuem um alto custo na vida em sociedade. Portando é necessário destacar que a mídia digital tem influenciado cada vez mais a maneira que se comporta a sociedade.

Em primeira instância, vale destacar o papel das redes na formação de opinião. Atualmente presenciamos diversos movimentos sociais ganhando força, entre eles podemos destacar o “Black Lives Matter”. Esses movimentos tem ganhado a adesão dos jovens, selecionando um assunto que leva à adesão irrefletida das pessoas, juntamente com um slogan apelativo e o emprego de uma linguagem emocional para mobilizar diversos jovens que acreditam estar lutando por uma causa justa, mas na verdade estão servindo de manobra política.

Ademais, é importante analisar o impacto da indústria cultural nos dias atuais. A escola de Frankfurt - associação de pensadores de diversas áreas da humanidade que aplicaram o materialismo dialético - criticaram o papel da mídia nos dias atuais. Horkheimer, um de seus principais pensadores, dizia que primeiro a indústria da cultura produzia os consumidores para depois vender seus produtos. Isso se reflete na sociedade atual, quando por exemplo, vemos jovens sendo influenciados por aquilo que consomem através de influenciadores digitais.

Infere-se, portanto, que a mídia se tornou algo presente na vida dos jovens e os tem influenciado em suas ações. Portando, a Secom - por ser o órgão do governo responsável pelas comunicações - deve criar programas de conscientização sobre a influência das redes, por meio de palestras e eventos, a fim de disponibilizar ao jovem a liberdade de construir seu pensamento crítico. Com isso, faz-se valer a máxima do filósofo Confúcio: “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”.