O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 07/11/2020
Alguns influenciadores digitais se tornaram grandes celebridades nacionais, já que têm nas suas publicações em plataformas como twitter e faceboock alcance de milhões de pessoas. Entretanto, na grande maioria, o impacto dos influenciadores nos jovens sobre o tema abordado e a dinâmica do conteúdo apresentado é ruim, pois ora usam da futilidade extravagante e mesquinha na manipulação de alimentos, ora o excesso de propagandas apelativas fomenta a destruição ambiental.
Inicialmente, cabe destacar que existem vários tipos de conteúdo voltado para os jovens nas redes sociais, embora alguns personagens usam suas redes sociais para propagar hábitos de desperdícios de alimentos e recursos, como é o caso do youtuber Lucas Neto que deu um mal exemplo, quando nadou em uma banheira cheia de Nutella. Portanto, influenciando parcela de seu público que são majoritariamente jovens, segundo ele mesmo, a romper com conceito sustentável de alimentação e uso do dinheiro.
Outro ponto a ser abordado, é de como o mercado de publicidade se posiciona diante da nova fase digital, uma vez que os grandes influenciadores geram um enorme engajamento e visualização. Nessa esteira, os jovens são bombardeados com propagandas de grandes marcas que aproveitam para anunciar seus produtos, causando com isso um incentivo ao consumismo exagerado que gera impactos no meio ambiente, isso porque para atender a demanda da produção e do consumo é necessário retirar matérias-primas da natureza, transforma-la, transporta-la e fazer grande uso de energia e de água para se obter o produto final.
Logo, uma das soluções que se apresentam na luz desse problema é os representantes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), levarem essa mazela à Câmera dos Deputados e dos Senadores, a fim de se obterem políticas que poderiam passar por mais fiscalização no ambiente virtual e maior enquadramento na classificação de conteúdo impróprios para jovens até os 18 anos. Ademais, para conter o consumo desnecessário, o Ministério do Meio Ambiente deveria propor leis que limitam propagandas desenfreadas nas redes sociais que são voltadas para menores de idade.